A large wall-sized cork board in a minimalist office, completely covered with printed articles, declassified files, maps of Brazil and foreign cities, and strings connecting key locations, organizations, and dates, all arranged with precise intention. Color-coded sticky notes and metal pins add subtle structure without clutter. Soft, diffused overcast light from an unseen window gently illuminates the textures of paper and cork, casting delicate shadows from the strings. Shot straight-on with sharp focus across the entire frame in photographic realism, the composition is balanced and slightly wide, evoking a calm, analytical, high-level investigative process rather than sensationalism.

Linha investigação narrativa

Somos um estúdio de memória, escrita e jornalismo investigativo.

A linha existe para revelar aquilo que o poder e as desigualdades tentam esconder.

Trabalhamos com método jornalístico rigoroso e escrita responsável para produzir investigações que sustentem obras editoriais, tomada de decisão e debates democráticos.

O que fazemos

A Linha desenvolve investigações e textos de alto nível para organizações, editoras, produtoras e instituições no Brasil e no exterior.

Também realizamos projetos autorais de alto impacto.

Nosso trabalho combina:

  • apuração jornalística (pesquisa documental, entrevistas, observação, análise de dados),
  • checagem,
  • análise histórica,
  • narrativa responsável, com atenção ética às fontes e às consequências públicas do que é revelado.

Quem somos


Bianca Santana

Jornalista, mestra em educação e doutora em ciência da informação pela USP. Sua tese “A escrita de si de mulheres negras: memória e resistência ao racismo” recebeu o Prêmio USP de Teses e Dissertações em 2021. Colunista da Folha e comentarista do Jornal da Cultura, já contribuiu com o UOL e as revistas Cult e Gama. Professora da Faap, lecionou na Faculdade Cásper Líbero e na Fundação Getúlio Vargas, onde também foi pesquisadora. Autora de livros como “Apolinária”, “Quando me descobri negra”, Quem limpa” e “Continuo preta: a vida de Sueli Carneiro”, obra em que investigou a genealogia familiar negra da ativista. Tem experiência na facilitação de processos colaborativos e na sistematização de documentos para instituições e movimentos sociais.



Matheus Leitão

É jornalista e escritor, com especialização em jornalismo investigativo pela Universidade de Berkeley, na Califórnia. Em 26 anos de carreira, trabalhou como repórter e colunista em veículos de imprensa como Veja, G1, Folha de S.Paulo, portal iG, Época e Correio Braziliense. Venceu as mais importantes distinções de jornalismo da América Latina, como os prêmios Esso, Vladimir Herzog e o SIP, Sociedade Interamericana de Imprensa. É também autor do best-seller “Em Nome dos Pais”, que vai para os cinemas em 2028, além do documentário com o mesmo nome exibido na HBO. Seu trabalho como investigador revelou, entre outras informações, o nome dos três torturadores dos seus pais e o paradeiro do corpo de um desaparecido político brasileiro.

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